domingo, 29 de março de 2026

PARA REFLETIR SOBRE O PROCESSO ELEITORAL

  






POR PROFESSOR JOÃO PAULO 

Nós do campo popular e democrático, nós de esquerda, vamos enfrentar mais um processo eleitoral. Mas uma vez teremos que enfrentar todo o aparato ideológico da burguesia brasileira, que neste bloco histórico, tem atuado incansável contra o povo deste país.

A máquina de destruir gente da burguesia,  desde 2005 não descansou um só minuto na tarefa de destruir o projeto popular que o Partido dos Trabalhadores e setores de centro, centro-esquerda e esquerda, tem buscado por em prática no país desde 2003, como já tratei em ensaios anteriores.

Não é fácil fazer o enfrentamento à burguesia, os caras controlam o sistema econômico e consequentemente o poder político e ideológico/cultural, não só no Brasil, mas em todo o mundo, exceto, os países que não se alinham à "democracia liberal burguesa". 

No Brasil há um pouco mais de duas décadas, estamos tentando, por dentro do Estado burguês superar a lógica neoliberal ou ultraliberal, sem propor um processo de ruptura radical e estrutural com a perspectiva burguesa, é o que a conjuntura extremamente desfavorável nos permite.

Nestas primeiras décadas do século XXI a ideologia/cultura burguesa está a cada momento mais consolidada. Os instrumentos de dominação ideológica da burguesia estão a todo vapor, trabalhando radicalmente para não permitir a hegemonia do PT e das forças de esquerda no país, mesmo com os governos petistas entregado à população do país, em poucos anos na direção do Estado brasileiro, muito mais do que a burguesia entregou em quinhentos e dez anos de história.

Dois mil e vinte seis será uma ano decisivo para o futuro do país. O processo de luta de classes vai está muito claro. De um lado estarão juntas as forças que representam a burguesia brasileira, com seus vários interesses de classe, os bancos, a Faria Lima, o agro conservador, a mídia corporativa, as Igrejas Pentecostais e neopentecostais, setores conservadores da indústria e comércio. 

Do outro lado, estarão as forças populares e democráticas, a esquerda do país, os setores mais conscientes desta esquerda, que conseguem fazer análise de conjuntura, a agricultura familiar, movimentos populares rurais e urbanos, sindicalismo, setores religiosos progressistas, os setores mais avançados do agro, da indústria e do comércio.

Será um momento de enfrentamento que vai dizer qual o futuro do país. Se vamos eleger Lula e o PT, e caminhar na direção da democracia, das ciências, da construção de uma sociedade, justa, fraterna e mais igualitária. Ou se daremos um passo de cem anos para trás, elegendo a burguesia subserviente e sabuja deste país, elegendo mais um Bolsonaro, e empurraremos este país para a barbárie total.

Na verdade, será uma guerra eleitoral, a burguesia já está a pleno vapor nesta corrida eleitoral, com todas as armas apontadas contra o povo brasileiro e contra o país. Nós do campo popular e democrático, nós de esquerda, ainda estamos engatinhando, cuidando de nossas vaidades ideológicas, mas no frigir dos ovos teremos que lutar na mesma trincheira, pois, não será uma guerra fácil, estamos lutando contra um inimigo muito forte e bem estruturado. 

O que importa neste momento é vencer a guerra, se nós de esquerda vencermos em outubro e novembro, teremos a possibilidade de construir uma sociedade mais justa e igualitária, teremos um futuro, daremos um passo longo na direção da civilidade, de uma sociabilidade mais humanizada, e quem sabe poderemos marchar em direção a uma ruptura sistêmica. 

Se a direita e extrema-direita vencer, o Brasil vai ser empurrado para a barbárie ultraliberal, o projeto nefasto da burguesia nacional e internacional vai reconquistar esse país e o processo de recolonização do país e consequentemente de toda a América Latina estará em curso. 

Não podemos esquecer que para o império estadunidense, essa eleição no Brasil, também será fundamental. O império estadunidense precisa retomar o Brasil, pois o país é a maior economia do hemisfério sul do planeta, e a soberania econômica e política do Brasil é uma barreira para os interesses dos EUA.

É impor




tante que todos e todas compreendam a importância deste processo eleitoral de 2026 e entenda que tem muito mais em jogo, do que um simples processo eleitoral. Estaremos disputando o nosso futuro, estaremos disputando se nos mantemos no caminho da civilização ou se vamos rumo a barbárie ultraliberal, proposta pelo império para o sul global.

quarta-feira, 25 de março de 2026

SOBRE A INDÚSTRIA CULTURAL BURGUESA NO BRASIL DO SECULO XXI

 


POR PROFESSOR JOÃO PAULO 


Estas primeiras décadas do século XXI tem deixado claro que o método marxista de leitura da sociedade está vivo e que continua sendo o melhor caminho para entender a sociedade, e mais, alguns pressupostos marxistas estão presentes constantemente nessa sociedade que alguns dizem ter superado Marx e Engels. 

Não dar para ler os acontecimentos históricos e políticos destas primeiras três décadas do século, sem o conceito vivo da luta de classes. No final do século XX a América Latina, superou definitivamente as ditaduras civis militares que estouraram em todo o continente sob a batuta da CIA e da Casa Branca, a partir da década de 1950. No entanto, o poder politico e econômico se manteve nas mãos das burguesias locais, que mantiveram os países a serviço do imperialismo estadunidense, até a década de 1990. 

No início do século XXI, começou a ficar claro que a população latino americana estava muito insatisfeita com os rumos que a burguesia e os EUA estavam dando aos países e as populações do hemisfério sul do continente. O século começou com uma mudança significativa nas escolhas eleitorais da população, que passaram a eleger consecutivamente governos de centro-esquerda e esquerda em toda a América Latina. 

Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai, Chile, Peru, Venezuela, Colômbia, Nicarágua, El Salvador, México, em todos estes países tivemos eleições com vitórias das forças populares e democráticas, em algum momento deste novo século. Essa guinada a esquerda das populações latino americanas assustou a Casa Branca, acostumada a manter sua estabilidade econômica, pilhando as riquezas do continente sul americano. 

É preciso lembrar que desde 2002 a economia estadunidense entrou em decadência. Estão desde esse período apontada acima, gastando mais do que arrecada, um gasto de 1,25 % da relação gastos/PIB do país. Evidente que o império estadunidense iria atuar para não permitir que a América Latina fugisse do seu controle político, econômico, ideológico/cultural.

Nesse sentido, a CIA e a Casa Branca, passaram a desenvolver um lento, mas eficiente processo de retomada do domínio político e econômico do hemisfério sul do continente Americano. Sem a continuidade do processo de exploração desta região das Américas a situação econômica e política dos EUA estaria ainda mais caótica. A CIA ficou encarregada de derrubar governos e à Casa Branca encarregada de eleger candidatos comprometidos com a subserviência e entreguismo das riquezas naturais dos países. 

É nesta relação que se revela a eterna "luta de classes". Enquanto a classe historicamente subalternizada, caminhava para a esquerda, elegendo governos de centro-esquerda e esquerda, a burguesia caminhou rapidamente para a extrema-direita, radicalizando o debate em toda a América Latina, a serviço dos interesses estadunidenses.

A partir deste ponto, vou tratar específicamente do caso brasileiro, mas tudo que for dito sobre o Brasil, cabe também para todos os países latinos americanos, guardadas as diferenças culturais, políticas e regionais, mas os processos tiveram nuances parecidas.

Tendo fracassado completamente o projeto neoliberal no Brasil, que foi levado a cabo pelo PSDB, após o fracasso do projeto Fernando Collor de Melo, a população brasileira guinou a esquerda. O Partido dos Trabalhadores, após disputar um segundo turno e ter ficado em segundo lugar nas eleições contra FHC, se tornou a referência de esquerda no país, o único partido de massas com capilaridade para fazer o enfrentamento à burguesia. 

Na eleição de 2002 era quase certa a vitória eleitoral do PT, tendo Lula como referência. Todas as perspectivas se confirmaram, o PT venceu o pleito eleitoral, numa conjuntura política, econômica e social, adversas, inflação alta, desemprego altíssimo, grande parte da população na informalidade, fome e insegurança alimentar em todo o país, salário mínimo abaixo de cem dólares, déficit de moradias, sistema público de saúde precário, educação destroçada, serviços públicos, produção cultural, produção científica, estagnados. 

Os desafios eram muitos, Lula presidente tinha a difícil tarefa de recolocar o país no rumo do crescimento econômico, garantindo a inclusão social de milhões de brasileiras e brasileiros abandonados pelo projeto neoliberal da burguesia subserviente e sabuja deste país. O primeiro governo do PT e de Lula precisava da uma freio de arrumação no Estado brasileiro, garantir a governabilidade, pois não tinha maioria no Legislativo e promover mudanças políticas, econômicas e sociais, que interferisse realmente na melhoria da qualidade de vida da população mais pobre do país. 

Mesmo com muitas dificuldades, o primeiro governo Lula começou um processo de mudanças que de fato melhorou a vida de boa parte da população mais pobre. Lula com muita capacidade de negociação, garantiu apoio de parte do Congresso, nas duas casas Legislativas, e o que a burguesia brasileira esperava, o fracasso do governo do PT, não aconteceu. Mas a burguesia brasileira também esperava pelo sucesso do governo, e se preparou para enfrentar um PT ainda mais forte do que em 2002. 

Os caras (burguesia) sabia que havia perdido o discurso, não convenceria ninguém se dissesse que o governo Lula foi ruim. Era preciso mais que isso, e o projeto para derrotar o PT foi gradualmente sendo posto em prática. A ideia era se utilizar de uma velha máxima, "se não pode vence-lo, junte-se a ele". Na segunda eleição de Lula, um monte de penduricalhos já estavam ao lado do PT. PTB, PL, MDB, PDT, PPS,  outros partidos menores e sem expressão política. 

A ideia da burguesia brasileira, mas agora, fortalecida pela burguesia internacional era colocar no governo todo tipo de gente, setores que sempre foram parte do CENTRÃO. Evidente que para o PT seria bom, governar com maioria nas duas casas Legislativas era a ideia de paraíso para qualquer governo. Na verdade esse inchaço das forças de composição do governo era um belo "cavalo de Tróia, a burguesia fortalecida por organismos internacionais (lê-se CIA) especializados em derrubar governos, só lembrando que a derrubada de governos já estava em curso em toda a América Latina, já tinha um projeto de derrubada do PT pronto. 

Como não tinham como contra-argumentar em relação às políticas implementadas pelos governos petistas, precisavam trazer o PT para a vala comum da política brasileira. Era preciso plantar a pecha de corrupção no PT, desta forma a burguesia nivelaria o processo político por baixo no país, e o debate deixaria de ser sobre política e passava para o velho debate moral, típico da velha política praticada pela burguesia ao longo de todo o século XX.

É nesse contexto que nasceu o "Mensalão". A burguesia brasileira e a burguesia financeira internacional já contavam com uma vitória eleitoral do PT, e precisava criar uma situação política, que fosse capaz de eliminar possíveis sucessores de Lula à presidência e ao mesmo tempo colar no PT a pecha de corrupção. O "projeto mensalão" foi minuciosamente pensado para cumprir esse papel, "matar dois coelhos com uma cajadada só". 

Se não conseguissem transformar o PT em um vilão nacional, ao menos destruiriam os possíveis sucessores de Lula ao cargo de presidente do país, essa era a ideia majoritária. Mas conseguiram as duas coisas, o "projeto mensalão" cumpriu os dois papéis. É neste momento que a Indústria Cultural burguesa, entre no jogo. Em 2005 e 2006 a grande mídia corporativa era a melhor ferramenta para a burguesia destilar seu veneno, a internet e redes sociais, ainda era incipiente, e a burguesia, proprietário de todos os meios de comunicação de massas, passou a utilizar violentamente e com eficiência. A revista Veja, produzia o editorial, que já começava nas capas das revistas, reportagens de três a quatro laudas nas páginas amarelas, a rede Globo de Televisão espalhava as falsas matérias, de forma tendenciosa e disseminando o "terror da corrupção do petismo" e os comentaristas faziam o trabalho de convencimento da classe média do país, as outras revistas, jornais e  emissoras, pegavam uma carona e também cumpriam o papel de divulgadores das mentiras fabricadas pelas principais mídias. 

Essa fórmula funcionou muito bem, de fato, o antipetismo começou a ser gestado na farsa do mensalão. Mas não foi suficiente, mesmo tendo tirado da cena política, José Dirceu, José Genuíno, Delubio Soares, João Paulo Cunha, possíveis sucessores de Lula ao Cargo de presidente e ter causado rupturas na estrutura do PT, com a debandada do grupo que comeu a pilha do mensalão, deixou o partido, batendo forte numa tal corrupcão endêmica do PT, para fundar o PSOL e a Rede de Sustentabilidade, os bons resultados do governo Lula 2 foram suficientes para garantir mais uma eleição ao partido. 

Lula com mais de 80 % de aprovação popular elegeu sua ministra Dilma Rousseff à presidência da República. O sucesso de mais um governo do PT, certamente deixaria o partido imbatível eleitoralmente, era preciso derrotar o PT definitivamente, para garantir o retorno da burguesia brasileira à direção do Estado, e garantir o retorno das políticas neoliberais de subserviência ao capitalismo financeiro internacional.

É neste momento que a "indústria cultural burguesa" volta ao ataque. Dilma não tinha a mesma inserção popular que Lula, seria mais fácil mobilizar as massas contra o seu governo. Era preciso impedir o sucesso do governo Dilma de qualquer forma. A partir de 2012 a Câmara de Deputados iniciou o processo de sabotagem ao governo, impedindo votações importantes para o governo, votando contra medidas importantes para equilibrio fiscal e arrecadação financeira. 

O processo de desestabilização do governo petista estava em curso, agora era preciso inflar a opinião pública contra o governo do PT. E foi o que a burguesia brasileira começou a fazer, quando estudantes foram as ruas em São Paulo protestar contra o aumento de vinte centavos da tarifa do transporte público, um editorial no jornal da rede Globo, feito por Arnaldo Jabour, foi o estopim para desencadear no país uma série de manifestações contra o governo, que se transformam rapidamente em movimentos nacionais anti PT. 

Se aproveitando das "marchas dos idiotas", termo cunhado por mim em um artigo escrito no calor dos movimentos em 2013, mas chamada de "Jornadas de Junho" pela grande mídia, e do inexplicável ódio ao PT que nasceu com a farsa do "mensalão", que condenou lideranças políticas do PT, por "domínio dos fatos", e sem provas materiais, a burguesia brasileira, a CIA, a mídia corporativa e setores do ministério público e do poder judiciário corrompido, iniciaram uma longa campanha de destruição do Partido dos Trabalhadores, da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula. 

Uma campanha massiva de difamação e de imputação de crimes ao governo Dilma, ao ex-presidente Lula e ao PT, e um processo gigantesco de Lawfare (guerra jurídica) contra um partido e lideranças políticas deste partido.

O resto dessa história todo mundo já conhece. O que chama atenção é o processo de construção do ódio ao PT e ao mesmo tempo o processo de desconstrução da história do partido, e de repente o Partido dos Trabalhadores havia se tornado o inimigo público número um, para uma boa parte da população do país, que mesmo sem saber porquê, passou a odiar o PT mesmo sem ter a menor ideia dos motivos.

Este ódio é fruto de um longo processo de atuação da indústria cultural burguesa sobre a sociedade brasileira. E aqui não quero fazer referência somente à população de senso comum ou analfabetos políticos, mesmo setores da intelectualidade da classe que vive do trabalho, foram absorvidos pelas narrativas burguesas. 

Então o primeiro elemento utilizado pela classe dirigente deste país para promover sua indústria cultural é a grande mídia corporativa, ela sempre esteve a serviço dos interesses da classe dominante do país e das elites econômicas internacionais e vai sempre ser o primeiro pilar na construção da ideologia/cultura burguesa. Não dar para esquecer da arte feita pelos telejornais da rede Globo, que colocava uma imagem distorcida da Petrobrás e um cano com dinheiro saindo da principal empresa pública do país. 

Sem falar das caras de pau das apresentadoras e dos apresentadores destes jornais, dando um monte de notícias falsas, da tal "operação Lava Jato", tocada por figuras sujas do ministério público do Paraná e por um juiz de primeira vara também do Paraná, todos treinados pela CIA para por em prática o maior processo de guerra jurídica contra o PT, Dilma e Lula.

A partir de 2010 houve no país a universalização da internet e das redes sociais, com a chegada da internet 3G e do smartphone, coincidindo com a ascensão da extrema-direita no mundo, a partir da atuação do ativista neonazista Steve Bannon, que se tornou presidente do site Breitbart News e passou a ter uma atuação mundial, formando militantes neofascistas em todo o mundo para operar as redes sociais em favor dos interesses da classe dirigente mundial.

As redes sociais e a rede mundial de internet passaram a fazer parte do tripé que forma a indústria cultural burguesa no país e no mundo. E aqui no Brasil as redes sociais se transformaram numa importante ferramenta de dominação ideológica e cultural da população brasileira. Passando a cumprir um papel fundamental na deformação de uma massa mais alienada e convicta de sua condição.

Por fim, a classe dirigente brasileira e mundial, entendeu que a religiosidade popular pode se transformar em uma importante ferramenta de dominação. Desde o final do século XX os EUA passaram a exportar uma religiosidade nova, fundamentalista, totalitária, alienante, para os países pobres de todo o mundo. Muito mais próxima do Judaísmo do que do Cristianismo. 

A finalidade desta exportação do segmento religioso Pentecostal era muito clara, combater a Teologia da Libertação na América Latina, África e países pobres da Ásia e consolidar o pentecostalismo como doutrina religiosa nestas regiões do mundo. O Pentecostalismo e o neopentecostalismo tem uma função política muito clara, manter a população pobre destes países periféricos do capitalismo, na mais completa alienação de uma fé mística, fundamentalista e negacionista de qualquer racionalidade.

A medida que esta religiosidade foi ganhando força no país, ampliando o número de adeptos, foram se tornando ainda mais importante para o processo de dominação, além de servir como ferramenta de dominação e alienação, passou a desenvolver a "Teologia do Domínio", ocupação de espaços políticos e sociais, sempre a serviço da direita e da extrema-direita, fazendo a defesa de um ideário nazifascista. 

A religiosidade pentecostal e neopetecostal se tornou a terceira ponta do tripé de formação ideológica e cultural da classe dirigente brasileira e mundial.

E este projeto de dominação, bestialização e alienação produzido pela indústria cultural burguesa no Brasil, continua a todo vapor. E este ano eleitoral, certamente vai atuar com muita força contra o PT, contra o governo Lula 3, contra o Brasil e contra o povo brasileiro. Não darão tréguas, pois o imperialismo estadunidense precisa retomar o controle do Brasil, maior economia do hemisfério sul do planeta a qualquer custo, para tentar sair da crise econômica que assola o país há vinte e três anos.

E todas as pernas deste tripé de alienação estão à postos. A mídia corporativa burguesa, está buscando a todo custo, envolver o PT e os governos do PT em escândalos de corrupção, tanto no caso do INSS, quanto neste esquema do Banco Master. A Rede Globo, foi obrigada a pedir desculpas públicas, por uma tentativa dantesca de ligar o governo Lula 3 e o PT ao caso do Banco Master. Ficou tão ruim e caiu tão mal na opinião pública, que fizeram um pedido de desculpas, sem dizer a quem pediam. Um texto horroroso que tentou esconder a quem estava se desculpando.

Tem uma tal de CNN Brasil, que só está faltando pedir a Trump para invadir o país. Um jornalismo opinativo horrível. Nas redes sociais já há algum tempo a galera de extrema-direita vem mantendo seus asseclas de prontidão, em qualquer postagem eles aparecem em bando para comentar. E as Igrejas Pentecostais e neopentecostais, essas continuam destruindo os ensinamentos do Cristianismo.