POR PROFESSOR JOÃO PAULO
A história humana está repleta de indivíduos que marcaram seu tempo e espaço por fazer algo muito especial para o seu povo. Em todos os cantos do mundo essas figuras se destacaram por ações políticas que impactaram a vida da sociedade, sobretudo, daqueles que mais precisavam de ajuda.
O mais importante destas figuras históricas para nós ocidentais, sem dúvidas foi Jesus Cristo, o ser que se doou integralmente para garantir a liberdade do seu povo, mas também, que deu origem ao maior segmento religioso da história humana, o Cristianismo.
Mas outros indivíduos marcaram a história d.C, com um grau de importância também grandioso para seu povo. Maomé, tem um grau de importância muito grande para o povo mulçumano, Moisés e Davi para os Judeus, Krishna para o Hinduismo, apesar de não ser a única divindade na forma humana, já que estamos falando de uma religiosidade politeísta, Mahatma Gandhi para o povo indiano, Nelson Mandela para o povo nativo da África do Sul, Martin Luther King para os negros estadunidenses, Ernesto Che Guevara para a luta dos oprimidos da América Latina, Fidel Castro para o povo Cubano.
Falando específicamente do Brasil, temos também nossos heróis. Muitos líderes permeiam nossa história ao longo destes quinhentos e vinte seis anos. Muitos realmente merecem destaque, outros nem tanto. São frutos da produção historiográfica positivista que é a base da história oficial do país, produzida pela burguesia dirigente, que têm seus próprios interesses políticos em produzir heróis de mentira, para garantir o controle ideológico sobre a população pobre brasileira.
Estas lideranças produzidas pela burguesia, são sempre homens brancos, originários das camadas médias e da burguesia, inviabilizando, negros e negras, povos originários e brancos pobres que lutaram e deram suas vidas para construir uma nação livre, igualitária e soberana.
Ainda no período colonial, tivemos várias lideranças populares lutando por liberdade e justiça social que não são lembradas pela histirografia oficial deste país. Entre as lideranças dos povos originários que foram exemplos de resistência à invasão europeia ao "Pindorama", nome indígena para as terras que chamamos de Brasil, podemos citar algumas, que tiveram maior destaque, mesmo não sendo as únicas. Importante lembrar que nem sempre esta resistência tenha sido armada, houve casos em que estas lideranças decidiram por um alinhamento estratégico com os invasores para garantir a sobrevivência do seu povo.
A essa lista de heróis anônimos de nossa história podemos citar, caciques e pajés que lideraram seu povo em várias lutas: Araribóia (Temiminó), Cunhambebe (Tupinambá), Antônio Paraipaba (Potiguara), Felipe de Sousa e Castro (Potiguara), Potiguaçu (Potiguara) Idiane Crudzá, Aimberê e seu pai Cairuçu (Tamoios).
Entre as lideranças negras no período colonial podem ser nominadas figuras de destaques na organização dos "Quilombos" centros de resistência dos negros escravizados no país. As mais conhecidas lideranças foram: Gangazumba, Zumbi dos Palmares, Dandara dos Palmares, Tereza de Benguela, Zacimba Gaba. Tiveram também as lideranças negras militares, Henrique Dias e Manoel Gonçalves Dória. E ainda podemos destacar lideranças religiosas como a "Irmandade do Rosário"e "Lideranças Malês".
Ainda tivemos no período imperial movimentos que foram liberados por populares e que tiveram seus nomes invizibilizados pela historiografia oficial. Lideranças populares que chegaram a dirigir as províncias com as vitórias temporárias dos movimentos. Na Cabanagem, movimento que aconteceu na província do Grã Pará, Eduardo Angelim, mestiço e Vicente Ferreira de Paula, indígena. Na Sabinada, movimento que aconteceu aqui na Bahia Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira e José Carneiro da Silva Rego ambos Jornalistas mestiços, também podemos falar da Balaiada, movimento que aconteceu no Maranhão, Rio Grande do Norte e Piauí, Raimundo Gomes, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira e Cosme Bento das Chagas.
A Revolta dos Malês em 1835, ainda no "primeiro reinado", também teve lideranças populares, importante que assim como nos movimentos indígenas e nos quilombos, houve liderança de uma mulher, Luisa Mahim e dois líderes do sexo masculino, Francisco de Sousa Martins e Pacífico Licutan.
Na Revolução Praieira de 1941, em Pernambuco, destaque para líderes como Pedro Ivo Veloso da Silveira, Joaquim Nunes Machado, Antônio Borges da Fonseca,Inácio Bento de Loiola e Manuel Pereira de Morais. Também não dá para esquecer de Frei Caneca, importante liderança que atuou tanto na Bahia, quanto em Pernambuco.
Depois da Praieira os movimentos sociais tiveram um período de acomodação, o "segundo reinado" se consolidou e as elites brasileiras, representadas pelos dois partidos da ordem, Conservadores e Liberais, dividiram o poder no Brasil e construíram a estrutura política que permanece viva e detentora do poder politico até hoje no Brasil.
Então veio a "Proclamação da República no Brasil", nada mudou na estrutura da sociedade, o poder politico, econômico e social, se manteve nas mãos dos mesmos latifundiários que comadavam o Segundo Reinado, agora concentrado no eixo São Paulo e Minas Gerais, não restou muito ao povo a não ser se manter na luta por um país mais justo e com outro modelo de sociabilidade.
A partir deste momento faremos um resumo dos fatos históricos, com o objetivo de não ampliar muito este ensaio, pois foram tantos acontecimentos importantes na história repúblicana deste país, que se fosse falar sobre todos os fatos históricos, teriamos que transformar este ensaio em livro, como este não é o objetivo, vamos falar superficialmente sobre alguns acontecimentos:
Sobre a "República Velha" já fizemos uma breve avaliação. Só manteve o poder nas mãos das oligarquias políticas que já dominavam a vida política do país desde o período imperial. O povo se manteve na luta o tempo todo, todos os movimentos foram duramente reprimidos pelo governo central do país.
"A Primeira República 1889 a 1930 foi marcada por intensas revoltas rurais e urbanas, geradas pela exclusão social, concentração de terras, coronelismo e falta de direitos trabalhistas. Principais conflitos incluíram, o Messianismo, Canudos, Contestado, Cangaço, Revolta da Vacina, Revolta da Chibata e o Tenentismo, culminando na crise da República Oligárquica".
Não vamos detalhar cada movimento deste, mas, todos tiverem um caráter popular, com lideranças que surgiram da luta dos pobres, só para destacar alguns nomes, Padre Cícero no Ceará, Antônio Conselheiro na Bahia, Lampião no Nordeste, Luis Carlos Prestes, no Sul do país.
Em 1930 o país vive a "Revolução de 1930" movimento que uniu vários setores descontentes com o controle da política e da economia por São Paulo e Minas Gerais e após a vitória dos revolucionários, foi instituída uma "República Nova" sob o comando do gaúcho Getúlio Vargas, um militar e estancieiro (latifundiários gaúchos), que como todo bom gaúcho anseiava por mais poder politico no país. Getúlio Vargas governou de 1930 a 1934 como governo provisório, em 1934 foi eleito indiretamente à presidência da República, em 1937 Getúlio promoveu um auto golpe de Estado e criou o Estado Novo, uma ditadura civil, que durou até 1945, quando foi deposto pelos militares.
Neste período não houve destaque para nenhuma liderança popular. Luis Carlos Prestes e sua esposa Olga Benário, se destacaram a frente do Partido Comunista, mas foram duramente reprimidos pelo regime, presos, e Olga foi deportada para a Alemanha nazista, tendo morrido em um campo de concentração de Hitler.
De 1930 até 1964, tivemos um refluxo da luta popular no Brasil, destaque para as Ligas Camponesas, que surgiram no final do Estado Novo e foi o embrião das lutas pela reforma agrária no país. As grandes lideranças populares deste movimento foram: Francisco Julião, João Pedro Teixeira, Elizabeth Teixeira, esposa de João Pedro e Alexina Crespo, Companheira de Francisco Julião.
Neste ínterim surgiram novos movimentos populares no país, ligados a Igreja Católica. É preciso salientar que a Igreja no país passava também por uma mudança de paradigma. A Ação Católica começou a atuar no país ainda nas décadas de 30 e 40 do século XX, sob a égide do Papa Pio XI, neste período havia forte influência do Movimento Integralista Brasileiro, no movimento católico, destinado a participação do Laicato nas ações de evangelização no país.
Mas a derrota do nazifascismo na segunda guerra mundial, o Concílio Vaticano II e o Pontificado de João XXIII, mudou a perspectiva dos Ensinamentos Sociais da Igreja na Europa e essas mudanças chegaram ao Brasil. A Ação Católica, aliada ao nascimento da CNBB, ganha contornos mais populares e democraticas e mais a esquerda.
Surgem neste momento de mudanças teológicas as pastorais populares JAC, JEC, JIC, JOC, JUC e com as pastorais novas lideranças. No Clero emergiram Dom Helder Câmera, Padre Henrique Cláudio de Lima Vaz (Pe. Vaz), Padre Lebret, ligados a TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO. No Laicato, Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde), Herbert de Souza (Betinho), José Luiz Sigrist.
Não podemos esquecer de figuras históricas e importantes do Partido Comunista do Brasil, que nasceu em 1922 e atravessou todo este período da história do Brasil na luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Importante lembrar de escritores como Jorge Amado, Graciliano Ramos e Álvaro Moreira, o historiador Caio Prado Júnior, o pintor Cândido Portinari, o físico, Mário Schemberg, o arquiteto Oscar Niemeyer e o Jornalista, Aparício Torelli. Além de Militantes históricos como João Amazonas, Haroldo Lima, Carlos Mariguella.
Em 1964 estoura no país mais um golpe de Estado. Agora os EUA através de seus organismo de inteligência durante a Guerra Fria, organizaram golpes de Estados em toda a América Latina, temendo que todo o continente vivesse o mesmo processo de ruptura revolucionária que ocorreu em Cuba, que derrotou os setores que comandavam o país a serviço dos EUA e se alinhassem ideologicamente à União Soviética.
Vários países tiveram a substituição de governos eleitos democraticamente pelo seu povo, com perspectivas de centro-esquerda e esquerda, por ditaduras civis militares, pensadas e postas em prática pelas burguesias locais e pela CIA, que pôs em prática dois projetos de ataque aos países latinos americanos, PROJETO CONDOR E PROJETO BROTHER SAM.
Com a instituição do golpe militar de 1964, vários movimentos populares surgiram no país, vários partidos políticos, de características revolucionárias, surgiram para fazer a luta pela redemocratização e contra a brutalidade e estupidez do regime militar. Várias lideranças populares brotaram da luta, mas poucas com grande destaque. A maioria foram presas, torturadas, assassinadas, e os que sobreviveram foram expulsos do país, mandadas para o exílio, ou fugiram para sobreviver.
Alguns nomes se destacaram nestes movimentos de enfrentamento a ditadura militar, estudantes, religiosos da Igreja Católica, intelectuais de esquerda, podemos enumerar alguns deles, Paulo Freire, Betinho, Carlos Mariguella, Carlos Lamarca, Fernando Gabeira, Dilma Rousseff, José Dirceu, José Genuíno, Vladimir Palmeira, Jean Marc Van Der Weid, Helenira Resende, Plínio Arruda Sampaio, Chico Mendes, Frei Betto, Frei Tito, Frei Leonardo Boff, Frei Irvin, Frei Orlando, Luiza Erundina, Amelinha Teles, Iara Iavelberg, Ana Dias, Zuzu Angel, Leonel Brizola, Miguel Arraz, Waldir Pires.
Mas a luta se manteve no país, e é neste contexto que surgem novas lideranças populares, sobretudo, nas pastorais da Igreja Católica progressista, ligadas a Teologia da Libertação e no sindicalismo no ABC Paulista. O sindicalismo, as pastorais populares e progressistas da Igreja Católica, intelectuais de esquerda, trabalhadores e trabalhadoras rurais e urbanos, se tornaram o motor que pôs fim à engrenagem corrupta e perversa da ditadura militar no país.
A partir de meados da década de 1970, a ditadura civil militar já estava carcomida, decadente, enfraquecida pelos seus próprios erros, corrupcão endêmica e incompetência. As pastorais populares da Igreja Católica, voltam a ganhar fôlego em todo o país. Após a eclosão da greve do ABC Paulista, que teve forte influência das pastorais populares entre as lideranças, o movimento transcendeu as revindicações das categorias grevistas e se tornou um movimento nacional, e o palco para o surgimento de novos agentes políticos e novas lideranças populares.
Este movimento grevista se tornou um grande movimento pela redemocratização do país. À sua frente estava o presidente do sindicato dos metalúrgicos, o jovem militante Luis Inácio da Silva, o Lula, ao seu lado companheiros de militancia sindical e membros da Igreja Católica, tanto do Clero Progressista, ligados à TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, quanto membros do Laicato, oriundos das CEBS (Comunidades Eclesiais de Base).
O movimento grevista sagrou-se vencedor, os trabalhadores tiveram suas reivindicações atendidas e a ditadura civil militar sofrera um enorme golpe. O movimento mostrou que não havia mais tempo para manutenção do regime, o processo de redemocratização se avinzinhava. O mais importante: este movimento grevista deu origem ao primeiro partido político forjado da luta dos trabalhadores, dos mais pobres, dos historicamente humilhados e que naquele momento histórico se levantava contra séculos de opressão.
Deste movimento nasceu dois agentes sociais que mudaram a correlação de forças no país. O Partidos dos Trabalhadores e a maior liderança política popular brasileira de todos os tempos, Luís Inácio Lula da Silva, o operário que no futuro se tornaria o melhor presidente da história do país para os trabalhadores, para os mais pobres, para todos historicamente marginalizados pelo capitalismo de subserviência brasileiro.
Quanto ao Partido dos Trabalhadores não há dúvidas de que é a grande expressão partidária da classe que vive do trabalho no país, o maior partido de esquerda do continente Americano. Mesmo com as mudanças ideológicas, alterações na forma de pensar a política, com as mudanças nas políticas de alianças e a guinada ao centro, o Partido dos Trabalhadores tem dado respostas importantíssimas à população brasileira que mais precisa da presença do Estado em suas vidas.
O Partido dos Trabalhadores nunca abriu mão da luta pela classe trabalhadora. Pode se dizer qualquer coisa sobre este partido, afinal, como toda produção humana, é passivo de falhas. Mas não se pode dizer que ele tenha negligenciado o compromisso com a construção de uma país mais justo, mais fraterno e igualitário.
Este partido é sério e compromissado com as questões eticas e morais, aqui me arrisco a dizer que 90% dos filiados e filiadas ao PT são confiáveis e honestos, tá bom, tá bom, 85%. As principais lideranças nacionais do partido, acusadas de corrupção desde que ascendeu à direção do Estado brasileiro, certamente são honestas e moralmente éticas. Todas as denúncias não comprovadas, prisões arbitrárias sem provas reais, a história já mostrou que foi um amplo processo de guerra jurídicas (Lawfare), que gradualmente estão caindo por terra.
Nos últimos vinte anos a burguesia brasileira, ciente de que não poderiam disputar com o PT no campo das ideias, pois, só tinham um partido ideológico de direita, o PSDB, que se tornou o braço liberal da burguesia paulista e carioca. Mas este partido derreteu politicamente dado o fracasso do projeto neoliberal no país com os governos de FHC e o sucesso do primeiro governo do PT.
Diante das vitórias do PT e as derrotas da direita no país, a burguesia brasileira buscou uma estratégia diferente, já que não conseguiram manter o debate no mesmo nível do debate feito pelo PT, optou por trazer o PT para a vala comum da política nacional. Passaram a criar factóides para acusar, julgar e condenar o Partido dos Trabalhadores. "Mensalão", "Petrolão", "Pedaladas Fiscais", "Lava Jato". Com assessoria da CIA e do FBI, e apoio irrestrito de toda mídia corporativa brasileira, foram ao longo dos últimos vinte anos, colando a pecha de corrupção no partido.
A discussão sobre corrupção no Brasil não é novidade, na realidade é um discurso ideológico que a burguesia utilizou a vida toda para destruir a reputação dos seus adversários políticos. Foi assim com Getúlio Vargas, com João Goulart, até com Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros, e estão usando a mesma narrativa contra o PT.
Outra narrativa que sempre é usada contra os adversários da burguesia brasileira, desde o golpe militar de 1964 é a ideia do comunismo, que também está sendo usada contra o PT. Estas duas narrativas servem bem para manter a população de senso comum e ignorante, sob o controle ideológico da burguesia. Desta forma a burguesia brasileira e os organismos de proteção do capital financeiro internacional, mantem o povo brasileiro sob seu controle intelectual.
Na outra ponta, temos o Luís Inácio Lula da Silva, hoje podemos ranquilamente afirmar que o companheiro Lula, é a maior liderança política da história do Brasil e sem sombra de dúvidas uma das maiores lideranças políticas da história da luta por um modelo de desenvolvimento que seja mais inclusivo, mais fraterno e mais igualitário no mundo.
A grandeza de Lula, hoje, supera, figuras importantes, como Luther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela, que sem dúvidas foram grandes lideranças populares em seus países, mas não conseguiram se tornar lideranças globais. Ao contrário deles, Lula ao chegar a presidência do Brasil, construiu uma inserção mundial, fez do Brasil a maior potência econômica e política do hemisfério sul do planeta e dele mesmo, uma liderança política global incontestável.
Não há um presidente ou primeiro ministro no mundo que não respeite o indivíduo Luis Inácio Lula da Silva. Claro que muitos tem divergências com o presidente do Brasil, processo natural, mas respeitam sua capacidade política e sua condição de maior estadista da política mundial, capaz de discutir com todos os lados, sem gerar conflitos e com isso só quem ganha é o país e seu povo brasileiro.
Lula chega aos oitenta anos gozando de todas suas faculdades mentais, será novamente candidato a presidência, por entender que ainda não há outro nome capaz de enfrentar a direita e a extrema-direita no país, até porque entende que este processo eleitoral de 2026 será marcado por uma radical interferência dos Estados Unidos e aliados, com todas suas ferramentas de destruição de nações, com o objetivo de derrotar o PT e Lula, e sabe que só seu nome tem força suficiente para fazer este enfrentamento.
Este senhor já com idade avançada, foi preso pela ditadura civil militar, tem sua vida e de todos seus familiares devassadas há quase cinquenta anos, a burguesia brasileira é louca para encontrar um deslize de Lula para poder destruí-lo. Seu filho constantemete tem seu nome ligado a algum caso de corrupção, se pegarem o filho de Lula certamente vão acertar no pai. Foi preso injustamente em 2018, por um suposto triplex que nunca foi dele, por um sítio de um amigo que disseram ser dele. A história provou que tudo foi uma grande armação política, para impedir mais uma vitória eleitoral de Lula e do PT, e para dar continuidade ao golpe contra Dilma Rousseff.
Voltou à presidência pelo voto do povo, em uma situação dificílima para o país, após uma governo ultraliberal que desmontou o Estado brasileiro, precarizou a vida da população mais pobre, e está recuperando a passos lentos a economia e a vida social do país.
Lula não é um revolucionário no sentido literal do termo, nunca vamos ver esse companheiro convocar a luta armada contra a burguesia brasileira. Mas sua vida, sua história, são sim revolucionárias e a historiografia deste país e do mundo terá que dá a Luis Inácio Lula da Silva o lugar de destaque que merece.

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